Página para consulta e interação com os alunos das seguintes séries da E.E. Prof. Alberto Conte em 2011: Primeiros anos A, B,C, D, E, F e G
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Pequeno texto para entender a Idade Média - 01
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Para entender melhor como foi a passagem da AIM para a BIM na Europa Ocidental
“As invasões normandas, húngaras ou sarracenas precipitaram também, gravemente, a evolução das estruturas sociais e das formas de governo. [...] A rede de fortalezas privadas prova o fracasso freqüente do rei [...] Instala-se assim uma nova ordem política que acentua a exasperação dos particularismos regionais e a multiplicação dos laços de dependência e dos juramentos de homem a homem, obstáculos ao exercício da autoridade real. [...] A partir de então esfacelam-se os quadros territoriais dos tempos carolíngios. Evolução lenta, sem dúvida, já iniciada antes das incursões de saqueadores, mas agravada então. Nesse sentido as ‘invasões’ assinalam uma data essencial da formação das sociedades feudais do Ocidente.”
HEERS, Jacques. História Medieval. 3ª Ed. São Paulo: Difel, 1981. P. 62
A palavra “feudais”, na última frase do texto, refere-se ao novo sistema que passou a caracterizar a Europa Ocidental a partir de então. Ou, empregando o conceito usado pelos autores ligados ao materialismo histórico o “modo de produção feudal”. (É importante observar que o termo feudalismo só surge no século XIX).
Fonte deste texto: Faria, Ricardo Estudos de História /Ricardo Faria, Mônica Miranda, Helena Campos, 1ª Ed., São Paulo, FTD, 2010 (Coleção estudos de história, v. 1), p.105-6
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Idade Média na Europa Ocidental
Alemanha (1); Andorra (2); Áustria (3); Bélgica (4); Croácia (5); Dinamarca (6); Eslovênia (7); Espanha (8); Finlândia (9); França (10); Irlanda (11); Islândia (12); Itália (13); Liechtenstein (14); Luxemburgo (15); Malta (16); Mônaco (17); Noruega (18); Países Baixos (19); Portugal (20); Reino Unido (21); San Marino (22); Suécia (23); Suiça (24); Vaticano (25)
Fonte (acesso 31/08/2011):
http://www.luventicus.org/mapaspt/europa/europaocidental.html
Alta Idade Média
Ao contrário dos outros povos germânicos que ocupam o território do antigo Império Romano do Ocidente, os francos serão os primeiros a organizar uma estrutura político e administrativa. Veja sua localização nos mapas.
O primeiro período das dinastias (dinastia é uma série de reis de uma mesma família que se sucedem após o fim do reinado anterior) dos francos foi a dinastia merovíngia, cujo rei mais importante foi Clóvis (480-511) que em 498 tornou-se o primeiro rei bárbaro a converter-se ao cristianismo, inaugurando uma nova metodologia de cristianização das populações, convertendo-se o chefe, toda a comunidade governada por ele o imitava. A partir de sua conversão, agora aliado e defensor do Papa, anexou e dominou várias áreas na Europa Central.
A dinastia merovíngia foi substituída por outra família a dinastia carolíngia, em homenagem a Carlos Magno seu maior expoente, que por volta do ano 800 faz renascer na Europa Ocidental o Império, conquistando militarmente vários reinos vizinhos. Defendendo a Europa, a partir deste momento quase totalmente cristão graças às conversões organizadas pela Igreja Cristã de Roma detendo o avanço dos árabes, foi coroado imperador pelo papa fortalecendo ainda mais sua aliança com a Igreja.
Em seu reinado foram estabelecidas as bases do feudalismo, graças à sua política de distribuição de terras conquistadas entre os seus guerreiros em troca de proteção e fidelidade, (o chamado beneficium) fazendo surgir ai uma aristocracia de senhores feudais, garantindo relações de dependência entre o poder central e a nova nobreza local: os marqueses, os condes e os duques. Havia fiscais que percorriam o reino fiscalizando o cumprimento das leis capitulares (primeiras leis escritas da Idade Média na Europa Ocidental).
Após sua morte, seus herdeiros acabaram por dividir seu império em três grandes reinos: a chamada França Oriental (conhecido como Sacro Império Romano-Germânico) com Luís, o Germânico, a França Ocidental (com Carlos, o Calvo) e a Lotaríngia (com Lotário) entre as duas.
Através do Tratado de Verdun (813). Dessa forma o poder central (os reis) enfraqueceu seu poder enquanto o poder local dos senhores feudais. Contribui para isso a invasão dos vikings pelo norte e dos árabes muçulmanos pelo sul.
Império dos francos após o Tratado de Verdun
Fonte (acesso 31/08/2011):
http://soprahistoriar.blogspot.com/2010/05/pontos-sobre-o-feudalismo-reino-franco.html
Baixa Idade Média
O período em que o sistema feudal foi predominante na Europa Ocidental foi entre os séculos X e XV quando uma grande crise fez com que suas estruturas ficassem abaladas, embora esse sistema não desapareceu completamente, pois vários de seus elementos perduram até a atualidade.
Por feudalismo devemos entender um sistema de organização social, político e econômico da sociedade da Europa Ocidental a partir do ano mil até quase 1500. A unidade de produção básica é o feudo. Feudo (segundo Hilário Franco Jr.) é uma palavra de origem germânica e significa um bem, geralmente terras, dado em troca de algo. Inicialmente, no século IX, o feudo era dado pelo rei em troca de serviços prestados à monarquia, depois, no século XI, era um bem (terras, dinheiro, direitos diversos) concedido por nobre, chamado senhor, a outro nobre, chamado vassalo, essencialmente em troca de serviços militares.
Nos feudos a produção agropecuária era realizada pelos servos e era quase autossuficiente.
A sociedade do feudalismo estava dividia em estamentos ou ordens, camadas sociais definidas conforme o papel desempenhado por seus membros na sociedade. Era composta basicamente por três grupos: a nobreza (essencialmente os senhores feudais), os membros da Igreja (o clero, por sua vez dividido em alto clero – o papa e os bispos e o baixo clero – frades, freiras e padres) e finalmente os camponeses e artesãos (servos).
Representação das três partes da sociedade medieval: os que oram, os que fazem a guerra e os que trabalham
Fonte (acesso 01/09/2011):http://pt.domotica.net/feudalismo
terça-feira, 6 de setembro de 2011
IMPÉRIO BIZANTINO E MUNDO ÁRABE
Em 395 da era cristã, é criado o Império Romano do Oriente, tendo como capital a cidade de Constantinopla . Veja os mapas abaixo:

Fonte: http://www.kalipedia.com/historia-universal/tema/edad-media/economia-bizantina-constantinopla.html?x=20070717klphisuni_100.Kes
A cidade de Constantinopla

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Byzantine_Constantinople_eng.png Acesso 26/08/2011
Através de Constantinopla produtos vindos da Ásia Menor e da Europa passavam de um continente para outro. Também lá encontramos pessoas de todas as origens.
Em Constantinopla a estrutura política e a civilização do Império Romano do Ocidente foi mantida por mais de mil anos. O cristianismo se manteve vivo de maneira ortodoxa (ortodoxo significa aquele que segue a doutrina verdadeira).
No século VI (aproximadamente entre 530 e 550) o imperador Justiniano tenta restabelecer o prestígio e o tamanho do antigo Império Romano do Ocidente, mas teve seu projeto derrotado por causa dos exércitos rivais: na Europa Ocidental os reinos bárbaros que nasciam se opunham radicalmente a um novo poder centralizador.
Na Ásia e África enfrenta tribos árabes, que embora ainda desunidas eram hábeis guerreiros e pretendiam manter-se independentes para poderem praticar o comércio entre Oriente e o Ocidente. Deve ser lembrado também que estas tribos já dominavam a região de Jerusalém lutando contra exércitos cristãos que pretendiam dominar a cidade.
O Império Romano do Oriente também chamado Império Bizantino existiu até 1453 quando foi invadida pelos árabes.
Basílica de Santa Sofia: A Basílica de Santa Sofia, também conhecida como Hagia Sophia que significa "Sagrada Sabedoria"; é um imponente edifício construído entre 532 e 537 pelo Império Bizantino para ser a catedral de Constantinopla (atualmente Istambul, na Turquia) e que foi convertido em mesquita em 1453 até ser transformado em museu, em 1935.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bas%C3%ADlica_de_Santa_Sofia
Acesso 25/08/2011
Arte bizantina: como não podia deixar de ser teve como centro a cidade de Constantinopla, principalmente em pinturas, mosaicos, esculturas e arquitetura.
Veja imagens:
Icone "Nossa Senhora com o Menino Jesus":
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dcone_(pintura)
Acesso: 29/08/2011
Mosaico:

Fonte: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=46
Acesso: 29/08/2011
Mundo Árabe:
Na região da atual Arábia, até o século VI, os árabes viviam em centenas de tribos nômades (os beduínos), não havia uma centralização político-administrativa. Poucas cidades, dentre elas destaque para Meca, próxima ao Mar Vermelho, que além de ser importante centro comercial, tinha a Pedra Negra (possivelmente um meteoro) que ficava no santuário da Caaba e era um centro de peregrinações.
A maioria das tribos de beduínos era politeísta até que Maomé (Muhammad em árabe) que viveu entre 570-632, filho de comerciantes de Meca, após conviver com cristãos e judeus, assimilou elementos estas duas religiões e criou uma nova religião,o Islamismo com um único Deus – Alá. Ao pregar o monoteísmo despertou a raiva das tribos politeístas, obrigando-o a fugir para Medina em 622, no que ficou conhecida como Hégira, data inicial do calendário muçulmano.
Em Medina, Maomé formou um exército de seguidores, voltou a Meca. Suas ideias prevaleceram: Alá é o único Deus e Maomé seu último e maior profeta.
A Caaba (ka’bah em árabe) A Caaba é uma construção cúbica de 15,24 metros de altura, e é cercada por muros de 10,67 metros e 12,19 metros de altura. Ela está permanentemente coberta por uma manta escura com bordados dourados que é regularmente substituída. Em seu interior, encontra-se a Hajar el Aswad ("Pedra Negra"), uma pedra escura, de cerca de 50 centímetros de diâmetro, que é uma das relíquias mais sagradas do islã.
Caaba (Pedra Negra)
Fonte: http://chavemagica.tripod.com/misterios/misterio5.htmAcesso: 30/08/2011

Fonte: http://chavemagica.tripod.com/misterios/misterio5.htm
Acesso: 30/08/2011
A religião ensinada por Muhammad chamada islâmica (Islã em árabe significa “submissão a Deus”) tem cinco ideias básicas: Alá é o único Deus e seu profeta é Muhammad; seguir o caminho da generosidade; orar cinco vezes ao dia; respeitar o jejum no mês do Ramadã; peregrinar a Meca uma vez na vida.
Em 632 após a morte do profeta seus ensinamentos foram escritos por seus seguidores num livro chamado Corão (ou Alcorão).
Após Muhammad os árabes passaram a ter uma monarquia teocrática governada pelos califas (sucessores do profeta). A partir daí começa uma rápida expansão, explicada pelo crescimento da população árabe, interesses da elite comercial dominante e seguir a orientação religiosa do jihad (que significa conseguir novos fiéis). Veja o mapa:

Fonte: http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/atualidades/revolucao-mundo-arabe/
Acesso 30/08/2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
Roma
De uma simples aldeia localizada no centro da península italiana surgiu Roma.
- Etapas de sua história
Em 1200 anos (de 753 a.C até 476 depois de Cristo), a história romana tem três fases: Monarquia, República e Império.
- 1). MONARQUIA (Monarquia é um sistema de governo em que o monarca -rei- governa um país como chefe de Estado)
Durante esta época a aldeia Roma, que vivia da agricultura e da criação de animais (economia agro-pastoril), estava ocupada pela tribo dos etruscos que estabeleceram uma monarquia, governo de um rei com poderes administrativos, militares, jurídicos e religiosos. Havia também um conselho de anciãos (o senado com poderes legislativos (fazer as leis).
CLIENTES: pessoas que dependiam da proteção do grupo social dos patrícios;
PLEBEUS: maioria da população. Eram pessoas livres, na época da Monarquia sem direitos, mas depois de várias lutas sociais, começam a ser incluídos nas decisões. Eram basicamente agricultores, pastores, pequenos proprietários, trabalhadores urbanos como artesãos e alguns exerciam o pequeno comércio;
ESCRAVOS: eram os devedores e depois na época da República e do Império, eram os prisioneiros de guerra. Eram obrigados a trabalhar para os patrícios. Uma das funções mais conhecidas feitas pelos escravos era a de gladiador.
Era um guerreiro que lutava em arenas (Esta palavra vem do latim arena, que significa areia, terreno arenoso, arena, anfiteatro) Substantivo feminino - a. Parte do circo onde se lidam touros; b. Terreno (em que se combate ou se discute)
Havia vários tipos de lutas:
Ludus Magnus – luta entre os gladiadores;
Venatium – lutas contra animais ferozes;
Naumachias – lutas entre pequenas ou médias embarcações;
Equitarium – lutas envolvendo corridas de cavalos ou bigas.
Ocorreu entre 509 a.C. e 27 a.C.;
Neste período Roma era governada por dois cônsules (eleitos pelo Senado). Cuidavam de assuntos referentes à economia, política externa e a criação de leis. Durante períodos de guerra, era aceito a existência de um ditador, aprovado pelo Senado;
Esta época deve ser estudada levando em consideração dois eixos; internamente as lutas sociais com a conquista de direitos pelos plebeus e externamente com a expansão territorial e as guerras externas.
República é uma palavra de origem latina que significa “coisa do povo”, considerando que povo são TODAS as pessoas que vivem numa sociedade. Porém, quem mandava de fato eram os patrícios, sendo que os demais grupos sociais (clientes, escravos e principalmente a maioria dela, os plebeus, pouca ou nenhuma participação tinham.
Esta situação se modificou com a luta entre patrícios e plebeus que durou quase duzentos anos e que terminou com a conquista de alguns direitos por parte dos plebeus.
Dentre estes direitos podem-se citar:
Lei das Doze Tábuas – primeiro código de leis escritas;
Lei Canuléia – permitindo o casamento entre patrícios e plebeus;
Lei Frumentária – fornecimento de trigo à plebe por preços baixos.
Houve três guerras púnicas, todas vencidas pelos romanos, mas na última delas, Cartago foi completamente destruída. Assim, o Mar Mediterrâneo foi completamente dominado pelos romanos que o chamavam de “Mare Nostrum”.
O número de escravos cresceu, gerando forte desequilíbrio social, pois disputavam o mercado de trabalho com plebeus livres.
Com as guerras constantes contra os bárbaros (eram o povo que vivia fora das fronteiras romanas e que não aceitava o poder (“imperium”) romano.) surgiram alguns ditadores que utilizavam as tropas militares para manterem-se no poder.
Por exemplo, em 72 a.C., Spartacus, escravo e gladiador, comandou uma revolta de 70 mil escravos, mas após algumas vitórias foi derrotada pelo general Pompeu.
Julio César organizou um golpe político que o tornou imperador de Roma, governando sozinho até 44 a.C., quando o Senado resolveu mandar assassiná-lo.
Surge então um novo triunvirato formado agora por três novos generais: Otávio, Marco Antonio e Lépido. Otávio , no entanto, se impôs como cônsul único e com o apoio do Senado, surge o Império em 27 a.C.
O período imperial por sua vez se em Alto e Baixo Império.
Alguns imperadores para sobreviver convertem-se ao catolicismo (Constantino entre 313e 337). Depois Teodósio tornou o cristianismo religião oficial do Império e logo depois divide Roma em dois Impérios: Império Romano do Ocidente com capital em Roma e Império Romano do Oriente com capital em Constantinopla .
Contudo estas modificações não foram suficientes para impedir a descentralização do lado ocidental. A partir de 476 os povos germânicos, considerados bárbaros pelos romanos constroem diferentes reinos dando origem à civilização europeia ocidental.
O lado oriental continuou ainda por mais mil anos.
BÁRBAROS EM ROMA
CASTELO MEDIEVAL
Fonte
História - Caderno de Revisão – Ensino Médio, Elaboração: Adriana de Bortoli Gentil,Alexandre Perles Gazeta, Fabio Geraldo Romano, Leandro José ClementeGonçalves, Editora Saraiva, 2010, pp. 9-11
História – Caderno de Revisão – Ensino Médio, Editora Moderna, 2010, pp. 20-21
INTERNET
http://www.suapesquisa.com/o_que_e/monarquia.htm ACESSO:16/08/2011
http://www.priberam.pt/dlpo/default.aspx ACESSO:16/08/2011
http://educacao.uol.com.br/filosofia/ult1704u77.jhtm ACESSO:16/08/2011
http://pt.wikipedia.org/wiki/ImpérioACESSO:16/08/2011 ACESSO: 16/08/2011
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Filmes para o 3º bimestre
1)O Incrível Exército de Brancaleone (“L’armata brancaleone” – Italia – 1965) – Direção: Mario Monicelli com Vittorio Gassman e Catherine Spaak e outros – Duração 116 minutos – Gênero: Comédia
2)Irmão Sol, Irmã Lua (“Fratello Sole, Sorella Luna” – Italia e Inglaterra – 1972 ) – Direção Franco Zefirelli com Graham Faulkner, Judi Bowker (São Francisco e Santa Clara) – Duração: 121 minutos – Gênero: Drama
3)Erik, o Viking (“Erik, the viking” – Reino Unido e Suécia – 1983) – Direção: Terry Jones com Tim Robbins, Mickey Rooney e outros (filme do grupo Monty Python) – Duração: 93 minutos – Gênero: Aventura
4) Robin Hood, Príncipe dos Ladrões ("Robin Hood, Prince of thieves" - EUA - 1991) - Direção: Kevin Reynolds com Kevin Costner e Morgan Freeman, entre outros - Duração: 143 minutos - Gênero: Aventura
5)Asterix e Obelix contra César (“Astérix et Obélix contre César” – França – 1999) – Direção: Claude Berri com Gérard Depardieu e Roberto Benigni entre outros – Duração 69 minutos – Gênero: Comédia
6)Rei Arthur (“King Arthur” – EUA – 2004) – Direção: Antoine Fuqua com Clive Owen e Ioan Gruffudd entre outros – Duração 142 minutos – Gênero: Aventura
7)Spartacus (“Spartacus” – EUA – 2004) – Direção: Robert Dornhelm com Goran Visnjic e Alan Bates entre outros – Duração 176 minutos – Gênero: Aventura
8)Cruzada (“Kingdom of Heaven” – EUA, Espanha, Inglaterra – 2005) – Direção: Ridley Scott com Orlando Bloom e Liam Neeson entre outros – Duração145 minutos – Gênero: Aventura
9)A Última Legião, o nascimento da lenda de Artur (“The last legion” – França, Itália, Eslováquia, EUA, Inglaterra – 2007) – Direção: Doug Lefler com Colin Firth e Ben Kingsley entre outros – Duração 110 minutos – Gênero: Aventura
10) Robin Hood ("Robin Hood" - EUA e Reino Unido - 2010) Direção: Ridley Scott, com Russell Crowe e Cate Blanchett entre outros - Duração 148 minutos - Gênero: Aventura
sábado, 30 de julho de 2011
Notas do 2º Bimestre
Reparem que ali estão as notas do 1º e do 2º bimestres. Já dá para ter uma ideia de como será no final do ano.
Preciso explicar?
Se tiver agora, somando as notas do 1º e 2º bimestres menos de 10 pontos, preocupe-se. Se tiver 10 ou mais, continue assim e não se preocupe.
Vamos lá.
